mochilão Marcação

Você só tem 3 dias para conhecer Lisboa e está se perguntando se dá tempo? Não se preocupe que dá sim. Na verdade comigo foi assim: tínhamos reservado 4 dias na capital portuguesa, mas tivemos nosso voo cancelado e isso atrasou em 1 dia a programação. Mesmo com um dia a menos conseguimos fazer tudo o que tínhamos programado e de quebra ainda demos um pulo em Cascais, que fica apenas 28km de Lisboa.

[caption id="attachment_3139" align="aligncenter" width="581"] Praça do Comércio, uma das praças mais famosas e mais importantes de Lisboa.[/caption]

Começamos o dia pela Praça de D. Pedro IV, mais conhecida como Praça do Rossio, e foi ali que ficamos hospedados, no Downtown Design B&B and Hostel Lisboa (que falarei com detalhes de preços e experiência em um outro post) e ficou muito prático para conhecermos os principais pontos turísticos da cidade.

Se você é mochileiro com certeza vai se identificar muito com esse filme, que além de muito engraçado – temos aí o Adam Sandler como um dos protagonistas – demonstra gestos e costumes “tipicamente mochileiros”. Mas se você não é mochileiro também não tem problema, você vai gostar mesmo assim.

Uma resumida rápida, o Drácula criou um hotel onde os monstros pudessem ter liberdade para aproveitar as melhores coisas do “mundo monstro” longe dos humanos. Só que um dia, Jonathan (um mochileiro gente finíssima e que tem uma camisa que a lembra a da seleção brasileira) aparece no local, sem entender nada e acaba curtindo demais esse hotel meio diferente.

Depois de um pouco mais de um mês eu volto para o blog com muita vontade de contar tudo sobre a melhor experiência da minha vida – até o momento.

Por enquanto eu ainda não vou definir o que foi essa viagem, não porque eu não queira, mas nem eu seu colocar esses 32 dias em uma palavra ou em uma só frase, mas vamos acompanhando esses post que eu tento falar algo lá embaixo.

Essa viagem contribuiu para que, além de conhecer novos lugares, eu pudesse adquirir mais cultura, mais história, aprimorar o paladar, praticar novas línguas e a realização de alguns sonhos.

Eu mesmo não tinha noção da grandiosidade de Gaudí, não admirava tanto Michelangelo, não tinha ideia da riqueza (e da frescura) de Luís IV e não imaginava que o Big Ben era “tão pequeno” e a Torre Eiffel tão grande!

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